O Poema da Merda

Oh coisa castanha

Redonda e escura

És popular em Espanha

Só fazes é loucura

Porque és famosa

Castanhita curiosa

Não és lá muito fabulosa

E não falo de ti em prosa

És uma entidade

Pura e divina

A tua existência não tem idade

Nem a tua linda crina

Já te chamaram                       

De coisa nojenta

Mas eles não te comparam

Felizmente, a uma pita borbulhenta

Aiêee castanha

Saindo pela culatra da vaca

Aiêee castanha

Só te encontram numa barraca

E perdida na noite no escuro

Sem luzes para caminhar

Não é que algum burro

É estúpido suficiente para te pisar

Partes na sola dum sapato

Sem saber onde vais parar

Fazes casa a um carrapato

Que por ali estava a passar

A higiene não é o teu forte

Tens um hálito que é de morte

Mas no sapato de alguém

Vais parar á sua casa também

Aiêee castanha

Tão bonita e singela

Aiêee castanha

Cheiras pior que beringela

Tudo para ti é duvidoso

Desde o rabo da vaca

A boca de um idoso

Estendido numa maca

Atenciosamente Submarino U-555 ( written by Peasant)

9 Comentários

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9 respostas a O Poema da Merda

  1. jano

    “O” Poema da Merda
    desde a velha folha de papel até chegar a este blog, esse poema já foi mais lido e ouvido que algumas musicas do quim barreiros

  2. lepierre

    k esta merda nos acompanhe para o resto da vida

  3. so sai merda desa boca
    prego sem mostarda

  4. rebeca

    ahahahah brutal :D

  5. caloira rute

    loool QUE POSTURA.

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