Oh coisa castanha
Redonda e escura
És popular em Espanha
Só fazes é loucura
Porque és famosa
Castanhita curiosa
Não és lá muito fabulosa
E não falo de ti em prosa
És uma entidade
Pura e divina
A tua existência não tem idade
Nem a tua linda crina
Já te chamaram
De coisa nojenta
Mas eles não te comparam
Felizmente, a uma pita borbulhenta
Aiêee castanha
Saindo pela culatra da vaca
Aiêee castanha
Só te encontram numa barraca
E perdida na noite no escuro
Sem luzes para caminhar
Não é que algum burro
É estúpido suficiente para te pisar
Partes na sola dum sapato
Sem saber onde vais parar
Fazes casa a um carrapato
Que por ali estava a passar
A higiene não é o teu forte
Tens um hálito que é de morte
Mas no sapato de alguém
Vais parar á sua casa também
Aiêee castanha
Tão bonita e singela
Aiêee castanha
Cheiras pior que beringela
Tudo para ti é duvidoso
Desde o rabo da vaca
A boca de um idoso
Estendido numa maca
Atenciosamente Submarino U-555 ( written by Peasant)
“O” Poema da Merda
desde a velha folha de papel até chegar a este blog, esse poema já foi mais lido e ouvido que algumas musicas do quim barreiros
Nunca tinha lido esta merda.
k esta merda nos acompanhe para o resto da vida
temos poeta:P
so sai merda desa boca
prego sem mostarda
ahahahah brutal
loool QUE POSTURA.
Amei este poema<3!!!
que merda e essa